Frete Custo Motorista

Custo Frete - Motorista

Custo Frete item Motorista:


O custo do motorista é o maior custo fixo do frete e vem daí a sua relevância e motivo de um estudo bastante aprofundado. Com a Lei 12.619/10 que impõe alongamento de prazos de entrega e reajustes no frete seu peso passa a ser ainda maior.
Considerando que o custo frete é composto de Custos Fixos e Custos Variáveis, podemos avaliar o custo do motorista como fixo, variável ou misto:

 

  • Custo fixo = Quando o motorista é assalariado, ou seja, ganha por mês.
  • Custo variável = Se ela receber por viagem, ou entrega.
  • Custo Misto = Se ela receber uma parte do seu trabalho em salário e uma parte por viagem (ou entrega) realizada.


Nesta nossa publicação intitulada: Motorista: Cálculo dos custos de Mão de Obra do Motorista com encargos e benefícios; apresentamos o modelo de custos com variações de tipo de veículo que será operado e quais os modelos de carta para estas operações. No modelo de cálculo disponibilizado consideramos o motorista como custo fixo.
Só para um pequeno balanço, na nossa série de publicações relativas ao CUSTO FRETE, já elaboramos e disponibilizamos para o nosso público as seguintes Planilhas:

 

  • Custo Frete: item PNEU (transferências).
  • Custo Frete: item PNEU (distribuição urbana).
  • Custo Frete: item Combustível:
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Sendo muito bem aceitas pelo nosso público. Sendo muito bem aceitas pelo nosso público.

5 Seguro do Veículo: Considerações sobre os diferentes Seguros Envolvidos;

6 Manutenção Preventiva: Tipos e programas de Manutenção e Custos

7 Administração: Custos indiretos que devem ser cobertos pelo frete

8 Lavagem: Assepsia e custos da higienização das caçambas.

9 Combustível: Recomendações e Composição dos custos de combustível

10 Pneus: Recomendações e Composição dos custos de combustível

11 Óleo: Recomendações e Composição dos custos de combustível

12 Manutenção Corretiva: Recomendações e Composição dos custos

Considerando que este trabalho é de integração dos profissionais de logística, experiências e contribuições poderão melhor o padrão do trabalho.

Começaremos por analisar o custo pneu e disponibilizamos no link ao lado a planilha da composição de custos.

Dez dicas para sua empresa economizar com pneus.

A pressão de ar é um fator primordial na vida de um pneu. É o que mais afeta o desgaste do pneu e, consequentemente, reduz sua vida útil.


1. Você tem em mãos o manual de usuário do seu veículo. Procure utilizar a pressão de ar recomendada pela fabricante.

2. Considere as diferenças de pressão para o caminhão carregado e vazio.

3. Considere também o tipo de estrada. Veja um estudo Canadense:




4. Seja frequente na leitura das pressões. Meça com os pneus frios e utilizando calibradores aferidos;

5. Verifique as condições das válvulas e recoloque suas respectivas tampas.

6. Pratique o rodízio dos pneus a cada 5.000 km.

 

7. Efetue o rodízio dos pneus conforme as indicações abaixo:

 

  • Respeitar sempre o sentido de rotação, quando este for indicado nos pneus;

 

  • Respeite as regras estipuladas na legislação, ressaltando que pneus reformados e pneus desenhos diferentes não podem ser instalados no eixo dianteiro do veículo. 

 

  • Recomenda-se o uso de estepe no rodízio. 

 

  • Para que você possa transitar com segurança e saiba o momento exato de trocar os pneus, atente para os indicadores de desgaste, localizados no alto costado e marcados com símbolo ou as letras TWI. 

 

  • Na direção dos indicadores, atente para as marcas em relevo na base dos sulcos. 

 

  • Estas marcas indicam que o pneu atingiu o nível máximo de desgaste (1,6 mm de profundidade no sulco da banda de rodagem). Pneus nestas condições devem ser imediatamente substituídos, conforme determinação do Código de Trânsito Brasileiro, pois comprometem a segurança do veículo.

 

  • A armazenagem de pneus deve ser feita em local seco e livre de matérias químicas. Os pneus devem ser limpos e cobertos a fim de evitar o acúmulo de água e a proliferação de insetos. A armazenagem por períodos superiores a 4 semanas deve ser feita na posição vertical, em prateleiras com altura mínimas de 10 cm do solo. Veículos que permaneçam parados por longo período devem ser suspensos por cavaletes, para evitar deformações nos pneus.



8. Evite buracos e obstáculos. Os impactos e atritos podem causar avarias irreversíveis aos pneus;

9. Alta velocidade causa o flexionamento excessivo da carcaça e superaquecimento dos pneus, acelerando seu desgaste;

10. Evite fazer curvas em alta velocidade. freadas ou arrancadas bruscas. Essas práticas favorece o desgaste irregular e acelerado da banda de rodagem.

Os hábitos e costumes de cada motorista têm grande influência no desgaste e na durabilidade dos pneus do seu carro.